Um homem vai existindo, descontraído, assim ou assado de humores, por estes aquis e alis aturando fulanos e sicranos, mas de repente tem de pensar na ementa do próximo almoço, manter os sentidos todos alerta para que o peixeiro não lhe misture peixe de ontem no de hoje, para que o idiota do supermercado não registe duas vezes o mesmo produto, para que Johnny-boy se não aproxime de zonas de perigo, ou sequer as imaginando...
Por fim, já em pseudo descanso, um homem tem de atinar com os dedos que dedilham estes discreteares, cuidar da mínima cabeça que, se não se tem mão nela vai por aí estouvada em desvairio, baralhando os dedos e os discreteares.
Por fim, já em pseudo descanso, um homem tem de atinar com os dedos que dedilham estes discreteares, cuidar da mínima cabeça que, se não se tem mão nela vai por aí estouvada em desvairio, baralhando os dedos e os discreteares.
E isto o ano todo, num tal cirandar meio apardalado pelas divisões da casa, e do quintal...
Um homem esforça-se, esfarrapa-se mas o 'negócio' sempre vai endurecendo, agravando-se em níveis de exigência inexigivéis a quem de tamanho esforço precisa para se equilibrar em pé...
E já só sentado...!
E já só sentado...!
Como o viver é coisa de árduos trabalhos, por estas bandas!
Soe dizer-se que é exactamente aqui, por alturas de esgotamentos tais que a necessidade de umas férias se impôe:
E logo despedimos a empregadagem do secretariado, afastamo-nos do mar e das lotas e mandamos o caixeiro do supermercado para o cacete, fazendo votos para que esse estado maravilhoso se mantenha, sem nenhum deles, pelo menos até que J-B assente praça na Academia Militar - conforme o ancestral ditame - e assim perca todas as ganas de se mandar para as zonas de perigo de cabeça baixa, em tentando descortinar em suas acelerações as chamas e os fumos que de seus pés saiem quando arranca, feito Scan2Go, DRH ou Faísca McQueen directo a estes muros de pedra rija da vizinhança, e logo precisamente nos mesmos exactos momentos que eu, distraído na culinária, tanto desacerto na cebola como acerto nos dedos...
Um homem vai procurando existir, aos pingos, aos ecos, às migalhas e às sobras, porém nunca se sentindo seguro de que a tal forma de existir resista por muito tempo...
E logo despedimos a empregadagem do secretariado, afastamo-nos do mar e das lotas e mandamos o caixeiro do supermercado para o cacete, fazendo votos para que esse estado maravilhoso se mantenha, sem nenhum deles, pelo menos até que J-B assente praça na Academia Militar - conforme o ancestral ditame - e assim perca todas as ganas de se mandar para as zonas de perigo de cabeça baixa, em tentando descortinar em suas acelerações as chamas e os fumos que de seus pés saiem quando arranca, feito Scan2Go, DRH ou Faísca McQueen directo a estes muros de pedra rija da vizinhança, e logo precisamente nos mesmos exactos momentos que eu, distraído na culinária, tanto desacerto na cebola como acerto nos dedos...
Um homem vai procurando existir, aos pingos, aos ecos, às migalhas e às sobras, porém nunca se sentindo seguro de que a tal forma de existir resista por muito tempo...
Porque um homem precisa de férias, de vez em quando!
Nenhum qualquer homem aguenta um precário equilíbrio, pá!
Pois...
Nenhum qualquer homem aguenta um precário equilíbrio, pá!
Pois...
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